sexta-feira, 21 de julho de 2017

Câmara de Comércio lamenta o fim do voo da SATA entre as Lajes e o Porto

A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo acusa a Sata de ser incapaz de concorrer em mercado aberto.

A critica surge depois do anuncio da transportadora açoriana de sumprimir o voo semanal entre a terceira e o porto:

A Sata já confirmou que vai deixar de voar entre as Lajes e o Porto a partir de meados de outubro.

A companhia justifica a decisão com as baixas taxas de ocupação.

A Câmara de Comércio de Angra lembra que a outra companhia, a Ryanair, que está a voar da Terceira para o Porto, tem boa ocupação e conclui que o problema da Sata tem a ver com a incapacidade de atuar num mercado não protegido.

A suspensão da viagem já deu origem a pedidos de esclarecimento por parte do PSD e do CDS-PP.


Fonte: RTP-Açores




quarta-feira, 19 de julho de 2017

Workshops - Ilha São Jorge


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Governo cria apoios para empresas criadas em incubadoras

O Governo dos Açores vai lançar em agosto um apoio de dez mil euros para empresas criadas há menos de um ano nas incubadoras da região, para financiamento de serviços jurídicos, financeiros e de consultadoria, foi hoje anunciado.

"É um apoio a que se podem candidatar no primeiro ano de atividade e consiste num apoio adicional, além dos sistemas de incentivos já existentes, de dez mil euros por empresa, que visa apoiar as empresas nas suas despesas de início de atividade, nomeadamente no âmbito do apoio jurídico, do apoio financeiro, da consultadoria de gestão e da consultadoria de marketing", adiantou o vice-presidente do Governo Regional.

Sérgio Ávila falava em declarações aos jornalistas à margem de uma visita à "Startup Angra", incubadora de empresas de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.

O "vale incubação", financiado por fundos comunitários, não tem limite de candidaturas e deverá estar disponível "a partir do próximo mês", depois de ser publicado o aviso no portal Portugal 2020.

O executivo açoriano vai também abrir candidaturas para as empresas que pretendam prestar serviços às empresas em fase de incubação.

"Vamos criar uma bolsa de empresas que podem prestar esse serviço, devidamente certificadas, para assegurar que esse serviço é prestado com qualidade", adiantou o vice-presidente.

Atualmente, os Açores têm quatro incubadoras de empresas a funcionar, três de base local, em Angra do Heroísmo, Praia da Vitória e Nordeste, e uma de base regional, no parque de ciência e tecnologia Nonagon, na Lagoa.

No entanto, o Governo Regional pretende ter até ao final desta legislatura, em 2020, "12 incubadoras de base local, três de base regional e três de base tecnológica".

"O objetivo destes espaços é o apoio à criação de novas empresas em setores que nós consideramos estratégicos para o desenvolvimento da região, quer seja no setor industrial, particularmente agroalimentar, quer no turismo, nos serviços e noutras áreas", salientou Sérgio Ávila.

Nas quatro incubadoras já criadas nas ilhas de São Miguel e Terceira estão instaladas fisicamente 35 empresas, além das que trabalham em 'cowork' ou que têm uma ligação à incubadora sem presença física.


Fonte - Lusa




segunda-feira, 17 de julho de 2017

Praia Links com empresas inovadoras

Os maiores investimentos localizam-se nos setores "agro business", comércio e indústria.

A Câmara Municipal da Praia da Vitória, na ilha Terceira, estabeleceu uma parceria com quatro instituições bancárias, que visa facilitar o investimento das empresas incubadas na "Praia Links".

No final da sessão de assinatura de protocolos, Roberto Monteiro, presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória destacou a importância que podem ter na revigoração da economia da Praia da Vitória.



Fonte: Multimédia RTP-Açores




Ver o perfil de um candidato nas redes sociais? Vai ser crime

Empregadores que usem o Facebook, Twitter e outras redes sociais para aceder ao perfil dos candidatos podem vir a violar as leis europeias

Bruxelas vai reforçar política sobre a proteção de dados. Os empregadores que queiram utilizar as redes sociais para avaliar o perfil de um candidato poderão ter de vir a apresentar um “fundamento jurídico” para o fazer legalmente. Ou seja, sempre que as empresas queiram avaliar o candidato a um emprego, terão de avisá-lo que pretendem verificar o seu perfil nas redes sociais, como Facebook, Twitter ou Instagram. As novas diretrizes propostas depreendem que “os empregadores não devem assumir que, porque o perfil de um candidato está disponível, estão autorizados a aceder a esses dados para proveito próprio”.

Estas recomendações foram lançadas no novo Regulamento de Privacidade Eletrónica, por reguladores que fazem parte de um grupo de trabalho conhecido por Artigo 29. Caso entrem em vigor, em maio de 2018, as novas diretivas preveem uma reviravolta nas leis europeias de proteção de dados.

Esta legislação exigirá que as grandes empresas nomeiem um “agente de proteção de dados” para garantir a conformidade com as leis de Bruxelas. Para os casos de infração, as multas vão até 4% do volume de negócios total da empresa, ou até aos 20 milhões de euros, explica o Finantial Times. Há mais alterações propostas As diretrizes estabelecem regras rígidas para outras esferas. Por exemplo, será considerado ilegal monitorizar a saúde e a atividade dos funcionários através de wearable devices, mesmo com o consentimento dos funcionários. Os reguladores do grupo do Artigo 29 também consideram a utilização de software, que registe os movimentos dos funcionários e as suas pesquisas na Internet, como ilegal.

A nova legislação prevê ainda que os cidadãos devem ser informados antes de enviar a candidatura, caso a empresa a recrutar pretenda realizar uma auditoria dos seus perfis nas redes sociais. Para além disso, os empregadores não podem forçar os funcionários a aceitar os seus pedidos de amizade. Partilhar dados sobre os funcionários da empresa, junto dos clientes também dá direito a penalização. Não há “nenhum fundamento legítimo”, avançam os reguladores, para fornecer fotografias, nomes ou outros dados dos funcionários. As diretrizes acima descritas, referem-se a “todas as situações em que há uma relação de trabalho” – protegendo trabalhadores com ou sem contrato de trabalho formal. A CareerBuilder estima que 60% dos empregadores utilizam as redes sociais para verificar potenciais candidatos antes de decidir contratá-los.


Fonte: Dinheiro Vivo



quarta-feira, 12 de julho de 2017

Nova Oferta de Emprego: Vendedor de Automóveis - Ilha Terceira


A nossa Bolsa de Emprego é ferramenta ideal para aumentar as suas oportunidades! 

E, se vendas é o seu forte, esta nova oportunidade é para si!!!

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Nova Oferta de Emprego: Secretariado - Ilha Terceira


Boas notícias para quem está desempregado!!!

Existe uma nova oportunidade de emprego 
na Ilha Terceira, através da bolsa de emprego da CCAH!

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