terça-feira, 16 de janeiro de 2018

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Indicador de Atividade Económica dos Açores cresceu 2,4% em novembro de 2017

O Indicador de Atividade Económica (IAE) dos Açores registou um crescimento de 2,4% no mês de novembro de 2017, segundo dados do Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA), divulgados hoje. 

“O IAE, índice analisado e publicado nos Açores desde 2014, que permite acompanhar a evolução, no curto prazo, da economia regional, revela que, em novembro de 2017, a evolução foi de 2,4%, representando também um aumento em relação ao mesmo mês do ano anterior, em que o crescimento registado foi de 1,6%”, adiantou o Governo Regional, numa nota do Gabinete de Apoio à Comunicação Social.

O crescimento de novembro foi, ainda assim, menor do que o registado nos meses de outubro (2,8%), setembro (2,7%) e agosto (2,5%).

Segundo o executivo açoriano, este é o quinto mês consecutivo em que o Indicador de Atividade Económica regista um crescimento “acima dos dois por cento”.

O cálculo do Indicador de Atividade Económica tem por base as séries estatísticas relativas a “Leite entregue nas fábricas”, “Gado Abatido”, "Pesca Descarregada”, “Produção de Energia”, “Produção de Produtos Lácteos” e “Consumo de Energia na Indústria”.

O Serviço Regional de Estatística dos Açores inclui ainda neste indicador os dados estatísticos referentes a “Venda de Cimento”, “Empregados na Construção Civil”, “Passageiros Desembarcados Via Aérea”, “Dormidas nos Estabelecimentos Hoteleiros”, “Empréstimos Bancários”, “Prédios Transacionados” e “Levantamentos Multibanco”.

Segundo o SREA, os dados apresentados “são valores ajustados da sazonalidade, calibrados pela variação do Produto Interno Bruto (PIB) e alisados pelo método de médias móveis de três meses”.


Fonte: Lusa / AO Online


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

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Novo regime dos recibos verdes entra hoje em vigor mas com efeitos só em 2019

O novo regime contributivo dos trabalhadores independentes foi publicado terça-feira em Diário da República e entra hoje em vigor, mas as novas regras produzem efeitos apenas em 01 de janeiro de 2019. 

Com o novo regime, as taxas a aplicar aos recibos verdes passam a ter em conta o rendimento médio trimestral, o que significa que a primeira declaração ao abrigo das novas regras ocorrerá em janeiro do próximo ano, tendo por base o rendimento do último trimestre de 2018.

De acordo com o diploma, até ao início da produção de efeitos das alterações, “mantém-se em aplicação a base de incidência contributiva fixada em outubro de 2017”.

À luz do novo regime, a taxa de descontos para a Segurança Social baixa de 29,6%, para 21,4%, sendo aplicada sobre 70% do rendimento médio dos últimos três meses. E os trabalhadores podem ajustar o seu rendimento até 25% para cima ou para baixo, tendo em consideração aquilo que receberam.

“No momento da declaração trimestral, o trabalhador independente pode optar pela fixação de um rendimento superior ou inferior até 25% àquele que resultar dos valores declarados”, sendo esta opção “efetuada em intervalos de 5%”, lê-se no diploma.

Esta regra que permite ajustamentos levou já o ministro do Trabalho, Vieira da Silva, a afirmar que "não é fácil" dizer quem irá descontar mais ou menos para a Segurança Social com as novas regras.

Passa ainda a existir uma contribuição mensal mínima de 20 euros, por forma a garantir a estabilidade da carreira contributiva para efeitos de pensão futura ou outras prestações sociais (subsídio de desemprego ou por doença).

O novo regime prevê que o subsídio por doença passe a ser atribuído a partir do 11.º dia e não do 31.º como atualmente e o subsídio de desemprego passe a exigir 360 dias de descontos em vez dos atuais 720.

O trabalhador independente é obrigado a declarar o rendimento à Segurança Social todos os trimestres e, caso não o faça, o sistema gera uma contribuição oficiosa correspondente à contribuição mínima.

Já as entidades contratantes passam a descontar 10% nas situações em que a dependência económica seja superior a 80% ou 7% abaixo deste montante.

Mantêm-se as isenções para os trabalhadores independentes que sejam simultaneamente pensionistas e os que tenham contribuído durante um ano pelo desconto mínimo de 20 euros.

Por sua vez, os trabalhadores a recibos verdes que acumulem a atividade com trabalho por conta de outrem e cujo rendimento mensal médio relevante (relativo a um trimestre) não ultrapasse o valor de quatro IAS - Indexante dos Apoios Sociais (cerca de 1.715 euros) terão uma isenção. Até agora, não havia este limite, ou seja, quem acumulava trabalho dependente com independente era isento.


Fonte: Lusa / AO Online


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Empresários da ilha Terceira querem apurar se voos da Delta são contrapartida pela redução militar nas Lajes

A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo quer esclarecimentos do embaixador dos Estados Unidos e do presidente do Governo Regional sobre se os voos da Delta para a Ilha Terceira são contrapartida à redução nas Lajes. 

A associação empresarial adiantou, em comunicado, que vai "questionar qual a responsabilidade da embaixada dos EUA na vinda da companhia Delta Airlines para os Açores [com voos entre Nova Iorque e Ponta Delgada] e se esta vinda faz ou não parte da contrapartida do 'downsizing' das forças norte-americanas na base das Lajes".

A administração norte-americana anunciou, em janeiro de 2015, uma redução de cerca de 500 militares na base das Lajes, localizada na ilha Terceira, o que levou a uma redução da força laboral portuguesa para metade, com 450 trabalhadores a assinarem rescisões por mútuo acordo.

Em setembro de 2017, a Delta Airlines anunciou que vai começar a operar, a partir de 25 de maio, novas rotas para os Estados Unidos, a partir de Lisboa e de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, contando esta última com cinco ligações semanais.

A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH), que representa empresários das ilhas Terceira, São Jorge e Graciosa, quer agora apurar notícias vindas a público que dão conta de que Embaixada dos Estados Unidos da América em Portugal "teria assumido ter promovido a ligação que vai ser realizada pela Delta Airlines entre a cidade norte-americana de Nova Iorque e Ponta Delgada, como medida de compensação ao 'downsizing' da base das Lajes".

"A CCAH já se reuniu com o município de Angra do Heroísmo e o município da Praia da Vitória, manifestando a sua preocupação com as notícias publicadas. A preocupação foi acompanhada, igualmente, pelos municípios da ilha Terceira, tendo ficado acordado que cada entidade iria desenvolver as ações que entendesse sobre o assunto para o apuramento da verdade das notícias veiculadas", salientou a associação empresarial, em comunicado de imprensa.

Os empresários criticam, no mesmo documento, a postura da SATA Air Açores, companhia aérea açoriana que assegura o transporte interilhas, "em relação ao desenvolvimento do turismo para as ilhas do grupo central".

"É sabido que existe um conjunto de operadores e 'Destination Management Companie' (DMC), responsáveis pela operação da Delta, que querem promover a vinda de turistas desta ligação para as ilhas do grupo central, mas, mais uma vez, a SATA apresenta-se como um constrangimento a este desenvolvimento, não apresentando preços competitivos a estes operadores e DMC", apontam.

As notícias de que os voos da Delta Airlines entre Nova Iorque e Ponta Delgada seriam uma compensação pela redução militar norte-americana na base das Lajes já tinham originado protestos por parte do PSD/Açores, que defendeu que as ligações deveriam ser repartidas entre as ilhas de São Miguel e Terceira.

"Embora a base das Lajes se localize na Terceira, os cinco voos semanais da Delta Airlines vão todos rumar a São Miguel, quando poderiam e deveriam ter sido repartidos", considerou a deputada regional do PSD Mónica Seidi, numa nota de imprensa, em finais de dezembro passado.


Fonte: Lusa / AO Online


segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Clima de negócios na zona euro sobe para recorde de 32 anos em dezembro

O clima de negócios na zona euro aumentou 0,17 pontos em dezembro, face a novembro, fixando-se nos 1,66 pontos, o nível mais alto registado desde há 32 anos, divulgou hoje a Comissão Europeia. 

Segundo dados da Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão Europeia, esta subida para o nível mais alto registado desde 1985 deveu-se à melhoria das avaliações dos empresários sobre o histórico e expectativas de produção, a carteira de encomendas e disponibilidade de produtos para entrega.

A avaliação da carteira de exportações manteve-se.


Fonte: Lusa / AO Online


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Vendas de automóveis novos subiram 7,7% em 2017

As vendas de automóveis novos subiram 7,7% em 2017 face ao ano anterior, para 266.386 veículos, mas em dezembro registou-se a primeira queda homóloga dos últimos nove meses, de 0,1%, anunciou hoje a ACAP. 

Segundo a Associação Automóvel de Portugal (ACAP), no total do ano de 2017 foram matriculados pelos representantes oficiais de marca em Portugal 266.386 automóveis novos, um crescimento 7,7% em relação ao ano anterior.

Porém, no mês de dezembro, houve "um claro abrandamento" em todos os setores, com 22.206 veículos automóveis novos, o que corresponde a uma queda homóloga de 0,1%, a primeira registada nos últimos nove meses, avança a ACAP.

Por categorias e tipos de veículos, os dados mostram que no total do ano as vendas de ligeiros de passageiros ascenderam a 222.134 veículos, mais 7,1% do que em 2016.

Tendo em consideração apenas o mês de dezembro, foram matriculados 17.058 automóveis ligeiros de passageiros, um aumento de 0,4% face ao mês homólogo do ano anterior.

Já nos comerciais ligeiros a ACAP registou um aumento de 10,4% em 2017 face ao ano anterior, para 38.520 veículos. Em dezembro foram vendidos 4.564 novos veículos comerciais ligeiros, um decréscimo de 0,1%.

Quanto aos veículos pesados (de passageiros e de mercadorias), no total do ano de 2017 as matrículas ascenderam a 5.732 unidades, um acréscimo de 10,7% relativamente ao período homólogo de 2016. Em dezembro houve uma queda homóloga de 11,8%, tendo sido comercializados 584 veículos desta categoria.


Fonte: Lusa / AO Online