quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Mais duas medidas Simplex+: Dísticos informativos podem sair da parede para um tablet ou PC

As novas medidas, uma a pensar nos consumidores e outra mais focada nos empresários, visam, sobretudo, simplificar processos e garantir a passagem da informação.

A Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa, Graça Fonseca, e o Secretário de Estado Adjunto e do Comércio, Paulo Ferreira, acabam de lançar as medidas “Informação ao Consumidor + Simples” e “Plataforma das Fichas Técnicas de Fiscalização”.

A primeira das duas medidas vem simplificar e harmonizar as obrigações de informação ao consumidor que têm de estar afixadas nos estabelecimentos comerciais de venda de bens e/ou prestação de serviços. A segunda medida pretende facilitar aos empresários o cumprimento dos suas obrigações ao disponibilizar online as fichas técnicas de fiscalização nas áreas da restauração, bebidas e alojamento local.

Estas medidas fazem parte do Programa Simplex+ e estão disponíveis no portal do empreendedor (portal do cidadão), sendo que, nesta fase de lançamento terão aplicação no setor da restauração e bebidas e hotelaria, mas, tal como sublinhou Paulo Ferreira, o objetivo é estendê-las a outros setores de atividade. O Secretário de Estado sublinhou ainda que ambas traduzem a participação ativa de várias entidades públicas, entre elas a ASAE, ACT, Finanças ou GNR, que em muito contribuíram com as suas visões sobre estas matérias. Assim, numa lógica que considerou de “win-win”, em que todos ganham, salientou a importância de “poder contar a disponibilidade de todos para futuros desenvolvimento destes trabalhos”.

Questionada sobre o peso que estas medidas podem assumir “na pacificação” da relação entre os fiscalizadores e os empresários, Graça Fonseca, afirma, ao Jornal Económico, que podem “de facto fazer a diferença e contribuir para que todos os processos sejam mais fáceis e facilitem a atuação de todos”.

Sob a máxima da simplificação, a secretária de Estado destaca, como grande novidade, a possibilidade de os dísticos informativos poderem não estar visíveis mas sim num tablet ou PC a que os consumidores e fiscalizadores possam facilmente aceder dentro do espaço. Em seu entender, o alcance destas medidas passa ainda por esclarecer quantos dísticos que são de facto obrigatórios e deste forma eliminar o chamado “ruído visual” em que muitos estabelecimentos caíram dada à quantidade que exibem nas suas paredes ou montras.

Fruto do já longo trabalho que a AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, tem vindo a fazer nestas matérias e tendo sido uma das principais entidades a colaborar nestas medidas, Ana Jacinto, secretária geral da associação, deixa também a nota de que se tratam de passos “importantes e interessantes”, tendo em conta o vasto universo em que se encaixam, mas, assegura, que os empresários deste setor continuam a ter de suportar muitos custos associados a processos que podem também ser simplificados e melhorados de forma a aliviá-los dessa carga.

Este lançamento foi feito na emblemática pastelaria lisboeta Versailles que, já no seguimento desta nova linguagem e desta uniformização de processos, exibe agora uma nova, e pequena, moldura com os dísticos informativos obrigatórios e outros que assim entendeu ter.


Fonte: O Jornal Económico


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Salário mínimo (nacional) sobe para 580 euros em janeiro

Valor proposto pelo Governo tem a discordância das confederações sindicais, que pretendiam um montante mais elevado.

O salário mínimo nacional (SMN) vai subir para 580 euros em janeiro do próximo ano, dos atuais 557 euros. A decisão foi anunciada esta terça-feira pelo Governo, numa reunião da concertação social em que não foi possível chegar a acordo com a CGTP e a UGT, que queriam valores mais elevados.

As negociações sobre o valor do salário mínimo no próximo ano foram retomadas esta tarde, numa reunião do Conselho Económico e Social. Os parceiros sociais reuniram com o ministro do Trabalho, Vieira da Silva.

“A proposta do Governo é de 580 euros, é aquela que está no programa do Governo”, começou por dizer aos jornalistas o ministro do Trabalho, Vieira da Silva, à saída da reunião da Concertação Social, em Lisboa. “Se chegaremos ao fim com o valor de 580 euros? É muito provável”.

Em cima da mesa estava uma proposta de 600 euros da CGTP e outra de 585 euros da UGT. Do lado do Governo, o valor que vinha a ser defendido e que está no programa do Executivo é de 580 euros em 2018.

Segundo o estudo mais recente do Governo sobre o salário mínimo, cerca de 22,8% dos trabalhadores por conta de outrem e membros dos órgãos estatutários recebem a retribuição mínima. Isto significa que há mais de 700 mil trabalhadores a receber o SMN.


Fonte: O Jornal Económico


Açores avançam com processo de certificação como destino sustentável

O presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, anunciou hoje que a região vai avançar com o processo de certificação do arquipélago como destino sustentável, salientando que "nenhum arquipélago" tem aquele reconhecimento. 

“Vamos arrancar com o processo de certificação dos Açores como destino sustentável de acordo com os critérios do Global Sustainable Tourism Council, organização não governamental que integra diversas entidades das Nações Unidas”, afirmou Vasco Cordeiro que falava na Lagoa, ilha de São Miguel, na abertura da "Conferência Açores 2017: No Rumo do Turismo Sustentável".

Vasco Cordeiro sublinhou que a certificação dos Açores pelo Conselho Global que estabelece padrões e critérios globais sustentáveis "é um bom objetivo, uma boa aposta e é sobretudo um bom desafio que deve mobilizar todos" na região.

De acordo com Vasco Cordeiro, "atualmente são quatro os países que têm esta certificação e apenas nove as regiões".

“Este é um trabalho de todos que só resultará se todos cumprirem bem a sua parte e só assim beneficiará também todos”, reforçou o presidente do Governo dos Açores.

O chefe do executivo açoriano disse ainda que "a região só consegue vencer o desafio se Governo, empresários e residentes trabalharem em conjunto" e desenvolverem as medidas que podem garantir que esse ativo de sustentabilidade "se transforme verdadeiramente numa mais valia para os Açores enquanto destino turístico".

Vasco Cordeiro referiu-se ainda à situação que os Açores "têm vivido nos últimos dois a três anos de um crescimento muito acentuado" e o facto de, "em alguns locais das ilhas, já se verificar uma pressão considerável do ponto de vista da afluência de visitantes", tendo destacado a componente da sustentabilidade social em termos da relação entre os diversos intervenientes na atividade turística.

O presidente do Global Sustainable Tourism Council, Luigi Cabrini, realçou as potencialidades dos Açores, classificando o arquipélago como "um sitio único", mas lembrou que a sustentabilidade envolve todos os agentes do turismo, desde os taxistas até aos proprietários dos hotéis.

Salientou também o potencial natureza do arquipélago, as suas fábricas de chá, na ilha de São Miguel, as tradições do arquipélago, as belezas naturais e as qualidades para a prática do mergulho.

Christopher Imbsen, da Organização Mundial do Turismo, considerou, em declarações aos jornalistas, que os Açores "têm boas hipóteses de serem os próximos destinos sustentáveis", mas alertou para os desafios que se colocam à região tendo em conta o rápido crescimento no setor turístico.

A conferência, que termina na quarta-feira, é promovida pela secretaria regional da Energia, Ambiente e Turismo, no âmbito da celebração do Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento promovido pelas Nações Unidas.

Durante a conferência será assinada uma cartilha de sustentabilidade em que a Câmara Municipal da Lagoa se propõe assumir o compromisso de internalizar os objetivos do desenvolvimento sustentável nos serviços da autarquia e concertar estratégias que promovam a imagem do concelho enquanto destino turístico de sustentabilidade na região Açores.


Fonte: Lusa / AO Online



quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Nova Oportunidade de Estágio - Estagiar L / Turismo - Ilha Terceira



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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Núcleo Empresarial de S.Jorge acusa Transportes Marítimos Graciosenses de prestarem mau serviço aos empresários da Calheta

O Núcleo Empresarial da Ilha de São Jorge acusa os Transportes Marítimos Graciosenses (TMG) de prestarem um mau serviço aos empresários da Calheta, tendo em conta que já não é a primeira vez num curto espaço de tempo que o navio de mercadorias da empresa não escala o porto da Calheta.

O Núcleo Empresarial já pediu justificações aos TMG mas até ao momento não teve qualquer resposta.

Em causa está o facto de no passado dia 23 de novembro os Transportes Marítimos Graciosenses terem cancelado a viagem do barco de mercadorias para o Porto da Calheta. Um cancelamento que a empresa justificou com o mau estado do Mar.

Uma situação que deixou os empresários calhetenses insatisfeitos, tendo em conta que nesse dia o mar estava calmo, de acordo com João Paulo Oliveira, Presidente do Núcleo Empresarial da Ilha de São Jorge.

O Núcleo Empresarial de São Jorge acusa mesmo os Transportes Marítimos Graciosenses de estarem a prestar um mau serviço aos comerciantes da Calheta, isto porque se trata de uma situação recorrente.

João Paulo Oliveira diz mesmo que a empresa de transporte de mercadorias tem de tomar medidas para ultrapassar esta situação, garantindo que não está em causa a operacionalidade do porto da Calheta que está neste momento em obras para construção da rampa ro-ro.

A escala do navio de mercadoria dos Transportes Marítimos Graciosenses no Porto da Calheta foi remarcada para esta terça-feira, 28 de novembro, mas isso não traz qualquer tranquilidade aos empresários, uma vez que foram cinco dias a mais sem receber a mercadoria.

O Núcleo Empresarial diz mesmo que são sempre os mesmos a serem penalizados, lamentando ainda não obter qualquer resposta por parte empresa.

A RL Açores tentou chegar à fala com os responsáveis pelos Transportes Marítimos Graciosenses, mas não foi possível.


Fonte: RL Açores


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Governo dos Açores redireciona apoios a empresas para contratação estável


O Governo Regional dos Açores vai implementar 13 medidas de apoio às empresas e à criação de emprego, redirecionadas para a promoção de uma contratação mais estável, anunciou hoje o vice-presidente do executivo. 

“Agora, em que a retoma, de acordo com todos os indicadores, é consolidada, em que houve um aumento de 13.500 açorianos empregados, só nos últimos três anos, em que a taxa de desemprego reduziu para menos de metade, em que o número de açorianos empregados é o mais elevado dos últimos nove anos, temos de reorientar os apoios que damos à contratação”, adiantou o vice-presidente do executivo açoriano, Sérgio Ávila, em conferência de imprensa, em Angra do Heroísmo.

Segundo o governante, foi necessário criar programas de apoio à criação de emprego, sem ter em conta a sua duração, numa fase em que a taxa de desemprego atingia os 18% e “o clima de confiança das empresas” era menor, mas neste momento é preciso criar estímulos para que o emprego seja “mais duradouro, mais estável e com maior rendimento”.

Nesse sentido, o Conselho de Governo, reunido na passada segunda-feira, em Angra do Heroísmo, aprovou um conjunto de 13 medidas de criação de novos programas ou reformulação dos existentes, com vista a uma reorientação dos apoios destinados às empresas.

Entre outras medidas, são criados programas para incentivar a contratação duradoura, como o Programa de Estabilidade Laboral Permanente (ELP), que prevê a atribuição de um montante de 12.000 euros, de forma faseada, a cada empresa que crie um novo posto de trabalho, com um contrato sem termo, destinado a jovens que tenham concluído estágios profissionais e a desempregados inscritos nos centros de emprego há mais de 60 dias.

A reconversão de contratos a prazo ao abrigo de programas ocupacionais (INTEGRA, PIIE e FILS) é apoiada com um montante correspondente a 80% do valor concedido no início desses programas.

Estão previstos também apoios para a integração laboral de beneficiários de programas socioprofissionais; a comparticipação de 45% de custos salariais com novos postos de trabalho criados pelo período mínimo de três anos, em novos projetos de investimento; o alargamento para 120 do número mínimo exigido de postos de trabalho para apoio de 45% a fundo perdido de investimentos superiores a 15 milhões de euros; e a criação de estágios para desempregados que tenham concluído o programa de formação Reativar.

Por outro lado, o executivo açoriano vai alterar o subsistema de incentivos para a internacionalização, passando a comparticipar as despesas de transporte até ao destino final dos produtos exportados para fora do país e alargando estes apoios ao setor das conservas e do peixe vivo.

O Governo Regional vai criar ainda um apoio às empresas para utilização de tecnologias digitais, apoios a novas empresas para a elaboração de planos de negócios e acompanhamento técnico no primeiro ano de atividade e uma Rede Açoriana de Mentores.

Segundo Sérgio Ávila, algumas destas medidas serão financiadas inteiramente pelo orçamento regional, mas outras poderão aceder a fundos comunitários.


Fonte: Lusa / AO Online


terça-feira, 21 de novembro de 2017

Nova Oferta de Emprego: Comercial - Ilha Terceira


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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Workshop: A Promoção e o Marketing na Internacionalização


As inscrições são livres, mediante disponibilidade de lugares.

Para garantir vaga, é necessário enviar formulário de inscrição 
até às 12h00 do dia 24 de Novembro 
para o e-mail: marketing@ccah.eu

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Retomada ligação aérea entre Terceira e Madrid em dezembro


A operação que liga a ilha Terceira a Madrid, em Espanha, com voos semanais diretos, vai ser retomada em dezembro, depois de ter sido interrompida no final de outubro, foi esta quarta-feira anunciado.

"Terminámos no final de outubro e este ano, por impossibilidade operacional da SATA, não pudemos continuar, por isso, tivemos de procurar uma nova companhia aérea, que neste caso será a companhia Air Europa, a segunda maior no mercado espanhol", adiantou o diretor geral da Portugal Tours, responsável pela operação.

Valentín Plamenov falava, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, numa conferência de imprensa conjunta com a secretária regional da Energia, Ambiente e Turismo, Marta Guerreiro, e com o presidente da Associação Turismo dos Açores (ATA), Francisco Coelho.

O mercado espanhol é o terceiro com maior peso entre os estrangeiros no turismo dos Açores e o cancelamento da rota foi contestado pelos empresários da ilha Terceira.

Segundo a secretária regional, a SATA, companhia aérea detida pela região, justificou a falta de disponibilidade para dar continuidade a esta operação com "restrições operacionais relacionadas com a alteração da frota", mas o operador, a tutela e a ATA "partiram para uma solução alternativa".

"Estávamos a ultimar tudo para anunciar a retoma desta ligação entre a Terceira e Madrid ainda antes do final do ano, porque esta é, de facto, uma operação de elevada importância para a Terceira e para os Açores no seu todo", salientou.

Questionado sobre a possibilidade de a decisão da SATA estar associada a uma alegada dívida à companhia aérea açoriana, o responsável da Portugal Tours rejeitou-o.

"Não tem nada a ver. Pode ser consultado o presidente da SATA. Desde o mês de maio que fomos informados que estavam a mudar a frota dos aviões e não tinham possibilidade de operar", apontou.

Segundo Valentín Plamenov, a demora na contratação de uma nova companhia aérea prendeu-se com alguns constrangimentos do aeroporto da Terceira.

"Foi difícil encontrar uma solução, porque o destino Terceira tem algumas particularidades: o aeroporto é militar, fecha de noite, a meteorologia durante o inverno não é sempre propícia...", explicou.

O diretor geral da Portugal Tours disse ainda que nos últimos dois anos a taxa de ocupação do voo foi de 98% e que a Terceira já é um destino "consolidado e procurado" em Espanha, mas salientou que o apoio da ATA é "fundamental".

"Se não fosse pela Associação Turismo dos Açores não podíamos fazer esta operação ao longo do ano inteiro, por causa de toda a oferta que há no mercado", apontou.

A secretária regional do Turismo garantiu, no entanto, que a apoio da ATA se prende apenas com ações de marketing junto do mercado espanhol.

"As operações não podem ser apoiadas [financeiramente]. Isto está impedido em termos legais. O que nos compete enquanto região, e através da Associação Turismo dos Açores, é criar as condições promocionais, em termos de divulgação do destino e investimento na notoriedade do mesmo nos mercados-alvo para facilitar a venda do mesmo", frisou.

A rota será retomada a 27 de dezembro, por cerca de um ano, com uma aeronave com capacidade para 165 passageiros, mais 21 do que a anterior, estimando a operadora um aumento de 1.300 passageiros durante esse período.


Fonte: Lusa / AO Online


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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Comerciantes indignados com Comerciantes indignados com fim da ligação Terceira-Madrid pela Azores Airlinesfim da ligação Terceira-Madrid pela Azores Airlines (Vídeo) - Economia - RTP Açores - RTP

A Azores Airlines decidiu suspender a operação entre a Terceira e Madrid.

Os empresários terceirenses não compreendem a posição da companhia aérea e dizem que a supensão dos voos para a capital espanhola vai representar elevados prejuízos.

A Portugal Tours, por exemplo, está à procura de outra companhia aérea para garantir aos clientes a ligação Madrid-Terceira-Madrid.



Fonte: Telejornal RTP/Açores


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

CCAH "estranha" abandono da SATA

A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) "estranha" o facto da companhia área açoriana SATA ter vindo progressivamente a desinvestir na ilha Terceira, retirando as rotas rumo ao Porto e também a Madrid.

"Estranhamos, pelo facto de sabermos que Madrid é uma operação rentável para a própria companhia. Estranhamos este caminho que a SATA está a seguir de sair da Terceira", considerou Sandro Paim, em declarações prestadas ao DI.

Sandro Paim avançou que a Associação Regional de Turismo (ART) está em vias de conseguir reatar a ligação entre Terceira e Madrid, com um novo operador, e atribuiu o "atraso" que agora se verifica à desistência da SATA.

"Percebemos as dificuldades com que a SATA se debate, quer em termos de falta de aparelhos, como em termos financeiros. É uma realidade que não nos pode passar ao lado. Também entendemos que estamos num mercado liberalizado e que esta foi uma decisão que a companhia pode tomar. Porém, sabemos também que, ao invés de muitas outras operações que a SATA tem, que dão prejuízo e ainda não vemos canceladas, esta era uma rota rentável e estratégica para a ilha Terceira", afirmou.

Entretanto, os deputados do PSD/Açores eleitos pela Terceira questionaram o Governo Regional sobre o anúncio da SATA de terminar com a ligação Terceira/Madrid, considerando que o executivo "não cumpre com a anunciada redução da sazonalidade das nossas ligações aéreas do exterior, permitindo à SATA a tomada de decisões unilaterais, sem pensar nos terceirenses".


Fonte: Diário Insular


Empresários da Calheta descontentes com TMG

Os TMG estiveram 15 dias sem ir ao porto da Calheta. Os empresários locais pedem mais regularidade nas ligações.


As alterações das escalas no porto da Calheta dos navios dos Transportes Marítimos Graciosenses (TMG)estão a motivar o descontentamento de empresários daquela vila de São Jorge.

João Paulo Oliveira, dirigente do Núcleo Empresarial de São Jorge da Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo, disse ontem ao DI queos TMG cancelaram as ligações com a Calheta nos últimos 15 dias, alegando o facto de se registar mau tempo e por razões relacionadas com as alterações na operação no porto das Velas.

No entanto, os TMG retomaram ontem as ligações com o porto da Calheta.

De acordo com João Paulo Oliveira, as alterações nos horários dos TMG para a Calheta "estão a provocar transtornos aos empresários".

O dirigente do Núcleo Empresarial de São Jorge adiantou que os comerciantes da Calheta pretendiam que o navio dos TMG tivesse escalado o porto da vila na passada terça-feira, mas a viagem foi efetuada nesse dia para o porto das Velas.

De acordo com Isaque Belerique, dos TMG, a operação dos navios nos dois portos de São Jorge é condicionada pelas escalas dos navios de maior porte de outras transportadoras.

"Quando os navios de contentores ou de combustíveis escalam o porto das Velas, os TMG não podem operar no mesmo dia e isso provoca alterações na programação das viagens", afirmou.

De acordo com Isaque Belerique, a operação no porto da Calheta é condicionada pelas condições do tempo. "Há alturas é que não é possível ir ao porto da Calheta devido à ondulação", adiantou.

Por outro lado, Isaque Belerique referiu que o facto de navio "Paulo da Gama" estar em trabalhos de manutenção no continente tem implicações na operação dos TMG.

"Estamos a operar apenas com dois navios. Contamos ter, em breve, de novo o "Paulo da Gama", o que vem aumentar a nossa capacidade em termos operacionais", disse.

Os TMG asseguram o transporte de carga por via marítima na Terceira, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial.


Fonte: Diário Insular




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terça-feira, 31 de outubro de 2017

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

terça-feira, 17 de outubro de 2017

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Nova Oferta de Emprego: Técnico de Contabilidade - Ilha Terceira


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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Governo abre concurso para navio de passageiros e viaturas

O Governo Regional dos Açores autorizou o lançamento do concurso para a conceção e construção de um navio com capacidade para 650 pessoas e 150 viaturas, com preço-base de 48 milhões de euros, foi hoje anunciado.

Na apresentação do comunicado do Conselho do Governo, que reuniu na terça-feira nas Velas, São Jorge, onde hoje o executivo açoriano terminou a visita estatutária à ilha, o secretário regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares, Berto Messias, explicou que o navio se destina a assegurar o serviço de transporte marítimo de passageiros, viaturas e carga rodada no arquipélago.

"Esta decisão visa consolidar o modelo do transporte marítimo de passageiros, viaturas e carga rodada, culminando e dando seguimento à estratégia que tem vindo a ser implementada nas últimas décadas para a política de transportes na região", explicou Berto Messias.

Segundo o governante, nessa política incluem-se "a requalificação e modernização das infraestruturas portuárias, designadamente a construção de rampas 'roll-on roll-off' e de gares marítimas de passageiros, e a aquisição de dois novos navios 'ferry' -- o "Mestre Simão" e o "Gilberto Mariano" -, que operam principalmente entre as ilhas do Triângulo", São Jorge, Faial e Pico.

Berto Messias adiantou que "para alcançar tal objetivo é necessário dispor de navios que permitam oferecer um serviço regular, contínuo, durante o ano inteiro, e de qualidade entre os três grupos de ilhas que formam o arquipélago e que seja capaz de satisfazer as necessidades de mobilidade das pessoas e fomentar o mercado interno".

"Face ao volume da despesa de investimento envolvido, foi decidido avançar já com a construção do primeiro de dois navios, adequados, assim, à prestação deste serviço, no âmbito do atual período de programação da política europeia de coesão 2014-2020, tal como consta, aliás, das Orientações de Médio Prazo já aprovadas entre 2017/2020" do Governo Regional, explicou o secretário regional adjunto.

O Governo dos Açores anunciou em novembro de 2013 que iria encomendar a construção de dois novos barcos para transporte de passageiros e viaturas entre as ilhas do arquipélago.

Questionado sobre quando avança a construção do segundo navio, Berto Messias afirmou que "será brevemente".

"Neste momento avançaremos já com o concurso e todos os procedimentos para o primeiro navio, o segundo navio será quando tivermos condições para que isso aconteça", acrescentou.


Fonte: Lusa


terça-feira, 10 de outubro de 2017

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

5ª edição das Semanas de Snacks entre 20 de Outubro e 12 de Novembro


Começa a 20 de Outubro a 5ª Edição das "Semanas de Snacks". 

O evento, promovido pela Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH), vai decorrer em 10 Snack-Bares da Ilha Terceira, nos seus horários de funcionamento e terá a duração de três semanas, terminando no dia 12 de Novembro.

A Barrica, Alto Sé Café, Birou Bar, Bowling Café, Delman Bar & Lounge, Cais de Angra, Make me Nuts, Q.B., Quinta dos Açores e Rocha são os snack-bares aderentes. 

Durante o período da iniciativa terão disponíveis menus especiais e inovadores, por um preço único. 

Os menus estão divididos em duas categorias, uma com o valor de 6€, com os pratos Saudável, Especial Açores e Snack, e uma categoria de 3€, com o menu Sobremesa, que inclui também chá ou café. 

O público habilita-se, também, a um sorteio final, cujos prémios serão vales de 6,00€ para utilizar nos snack-bares aderentes. 

Para isso, basta o cliente preencher o cupão que lhe será entregue e colocar na tômbola do respetivo snack-bar. Para isso, devem possuir o Cartão Ofereça Açores.



sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Formação para Profissionais: Auditorias Internas de Qualidade


É utilizador da norma de referência NP EN ISO 9001:2015?

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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Nova Oferta de Emprego: Secretaria e Trabalho Administrativo - Ilha Terceira



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Formação para Profissionais - Workshop: Como Transformar a sua Empresa em Notícia


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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Nova Oferta de Emprego: Técnico de Frio / Climatização - Ilha Terceira


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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Nova oferta de Emprego: Empregado(a) de Limpeza - Ilha Terceira


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Açores criam fundo de capital de risco para empresas com menos de cinco anos

O Governo dos Açores anunciou hoje a criação de um fundo de capital de risco para novas empresas, de 800 mil euros e disponível até 2021, em parceria com a Portugal Ventures, entidade que vai selecionar e acompanhar os projetos. 

"É mais uma medida de apoio às novas empresas, mas uma medida de apoio que se dirige a conjugar dois aspetos, por um lado reforçar a capacidade financeira da empresa, através do aumento do seu capital social, e, em segundo lugar, associado a isso, ter um parceiro de negócios que esteja totalmente empenhado no projeto e que tenha um conhecimento e ‘know-how' que ajude na dinâmica desse negócio", disse o vice-presidente do Governo Regional.

Sérgio Ávila falava na apresentação do fundo de capital de risco Azores Ventures, na incubadora de empresas Start Up Angra, em Angra do Heroísmo.

O fundo dirige-se a empresas com menos de cinco anos sediadas nos Açores, que apresentem projetos em setores estratégicos para a região e que sejam inovadores.

"É esse o desafio que lançamos às empresas que agora surgem e, particularmente aos jovens e não jovens que pretendem empreender em negócios inovadores, ter ideias realistas, concretizáveis, que aproveitem oportunidades de mercado, as suas vantagens comparativas e que tenham capacidade, no contexto de competitividade, de desenvolver o sucesso dessa atividade num mercado que é cada vez mais global", salientou Sérgio Ávila.

As novas empresas podem candidatar-se, através da Internet, a fundos entre os 30 e os 200 mil euros, mas os projetos serão submetidos a uma análise "exigente, responsável e realista", por isso não está prevista a participação no capital social de um "conjunto muito vasto de empresas".

O Azores Ventures tem 90% de capital do Governo Regional dos Açores e 10% da Portugal Ventures, mas, segundo Sérgio Ávila, a Portugal Ventures terá "100% da decisão e da gestão do negócio".

"É um apoio diferente, porque não se trata de uma participação, trata-se de encontrar um parceiro de negócios que participa no capital social da empresa, que é um sócio real da empresa, que a ajuda a crescer e a desenvolver, não só na componente financeira, mas particularmente na componente do ‘know-how', do conhecimento e do acompanhamento do início da atividade", frisou.

O vice-presidente do Governo Regional acrescentou que o apoio é cumulativo com outros, como os sistemas de empreendedorismo, o vale incubação e os programas de apoio ao emprego.


Fonte: Lusa / AO Online


Nova Oferta de Emprego: Empregado(a) de Escritório - Ilha Terceira


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Açores atingem pela primeira vez 90% de ocupação na hotelaria em julho

Os Açores atingiram pela primeira vez, em julho, uma taxa de ocupação na hotelaria de 90%, divulgou a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), no âmbito dos AHP Tourism Monitors, uma análise mensal de dados. 

A AHP destacou o desempenho do destino Açores, que registou, "pela primeira vez, uma taxa de ocupação quarto de 90% e a mais elevada do país", em julho último, altura em que a taxa subiu 1,1 pontos percentuais para 83%, na comparação homologa.

A Madeira também registou uma taxa de ocupação de 90%, seguindo-se o Algarve (89%) e Lisboa (87%).

O preço médio por quarto ocupado (ARR) fixou-se nos 106 euros, numa subida de 11% em relação a julho de 2016, com Lisboa (17%), Beiras (14%) e Algarve (13%) a registarem os maiores acréscimos no preço médio por quarto ocupado.

O preço médio por quarto disponível (RevPAR) subiu 13%, face ao período homólogo de 2016, fixando-se nos 88 euros, com os destinos turísticos Algarve (141 euros), Estoril (96 euros) e Lisboa (93 euros) a registarem os valores mais elevados.

A receita média por turista no hotel continuou a crescer, mostrando um aumento de 8% para 138 euros. Por destinos turísticos, Lisboa cresceu mais neste indicador, com mais 16%, mas, em termos absolutos, a Madeira destacou-se com uma receita média de 304 euros, seguida do Algarve, com 247 euros, e dos Açores, com 202 euros.

Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, notou que os Açores, têm sido um destino que se consolida e que protagonizaram a "grande surpresa deste mês de julho a atingirem pela primeira vez os 90% em taxa de ocupação (TO), a mais elevada do país a par da Madeira".

"Sublinhe-se ainda que o preço médio por quarto vendido (ARR) também teve uma subida expressiva. A combinação da elevada TO com o ARR permitiu aos Açores uma excelente performance no período, ultrapassando todos os destinos, à exceção de Lisboa, Estoril e Algarve", concluiu a responsável, citada em comunicado.


Fonte: Lusa / AO Online


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terça-feira, 19 de setembro de 2017

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Formação para Profissionais: CAM Categoria C ou D (35h) - Ilha São Jorge



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Inscrições abertas até à data limite de 29 de Setembro para Formação CAM Categoria C ou D (35h) na Ilha São Jorge.

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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Moody`s melhora perspetiva sobre a dívida dos Açores

A Moody's mantém a notação de não investimento atribuída aos Açores ('Ba2', o segundo nível de lixo) e à Madeira (em 'B1', o quarto patamar de lixo).

A revisão da perspetiva de estável para positiva acontece depois de a agência de notação financeira ter melhorado o 'outlook' do rating atribuído à dívida soberana portuguesa, na passada sexta-feira, e "reflete a diminuição da pressão" sobre as regiões autónomas. 

Para a Moody's, a base de receita fiscal das duas regiões autónomas vai aumentar à medida que as perspetivas de crescimento económico do país no médio prazo melhoram, o que vai "resultar em mais transferências" para os dois governos regionais. 

"Estes elementos vão apoiar os esforços das regiões para rebalançar os seus orçamentos e, dessa forma, e assim reduzir as suas necessidades de endividamento", afirma a agência.


Fonte: Lusa


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Negócio de alojamento local faz disparar a construção civil na Terceira

Mercado da habitação, com a renovação urbana para a habitação temporária, é o grande responsável por este incremento na atividade.

A construção civil voltou a registar um crescimento na ilha Terceira.

Os motivos estão relacionados com o aumento do turismo, a maior facilidade em aceder ao crédito e o crescimento exponencial do restauro de habitações para alojamento local.



Fonte: Telejornal RTP/Açores


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Açores e Canárias vão potenciar sinergias nas rotas aéreas e marítimas

Açores e Canárias assinaram hoje um memorando de entendimento, no qual, entre outras ações, se comprometem a avaliar possibilidades que potenciem sinergias em rotas aéreas e marítimas entre os dois arquipélagos e África, Europa e América. 

O memorando de entendimento foi assinado pelos presidentes do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, e da comunidade autónoma das Canárias, Fernando Clavijo Batle, que está desde domingo a visitar a ilha de São Miguel.

Os dois governos comprometem-se a avaliar as condições necessárias e possibilidades disponíveis para uma maior articulação em termos de sistemas de transportes, com o objetivo de impulsionar a complementaridade entre os respetivos setores do turismo, bem como promover a exportação de bens das duas regiões e as rotas aéreas e marítimas.

Após a assinatura do documento, no Palácio de Santana, em Ponta Delgada, Fernando Clavijo Batle salientou que os dois arquipélagos "coincidem em objetivos", frisando que foi assinado "um ambicioso plano de trabalho".

No caso dos transportes aéreos, o governante disse que a companhia aérea das Canárias Binter e a SATA, transportadora aérea açoriana, podem potenciar sinergias.

"O objetivo é que tem de ser rentável para as companhias e, paralelamente, vamos também trabalhar para poder propiciar o tráfego de mercadorias. Estamos a falar de conectividade de tráfego de passageiros e mercadorias entre os dois arquipélagos”, sustentou.

O presidente do Governo das Canárias referiu-se, por exemplo, ao facto dos Açores terem voos diários para Boston, nos Estados Unidos da América, e Toronto, no Canadá, e as Canárias terem “mais de 55 voos semanais com África Ocidental", pelo que considerou que se podem "unir esforços para melhorar a conectividade".

O chefe do executivo açoriano acrescentou que "há um potencial que pode e dever ser trabalhado ao nível das relações comerciais" entre os Açores e as Canárias, mas tal "não se faz apenas com a vontade política".Notando que a SATA e a Binter "têm já acordos", Vasco Cordeiro adiantou que, “se do ponto de vista comercial e do ponto de vista empresarial essas forem operações que fazem sentido e que satisfazem o interesse de ambas as companhias, naturalmente” que do ponto de vista político se apoia esta iniciativa.

Vasco Cordeiro destacou a importância da visita do seu homólogo das Canárias, considerando que "acaba, também, por reforçar a posição política de ambas as regiões no espaço da Macaronésica e da União Europeia".

No memorando foi identificado interesse recíproco em aprofundar as relações bilaterais em áreas como a Investigação, Desenvolvimento e Inovação, a criação do Atlantic Internacional Research Center - AIR Center, as energias renováveis, a adaptação às alterações climáticas, a Política Marítima Integrada da União Europeia e a mobilidade jovem, entre outras.

O documento prevê, igualmente, o fortalecimento da cooperação conjunta no quadro da participação em organismos de cooperação inter-regional, designadamente da Conferência de Presidentes das Regiões Ultraperiféricas e da Conferência das Regiões Periféricas Marítimas da União Europeia.

Ficou ainda acordada a realização de um novo encontro Açores e Canárias em 2019.


Fonte: Lusa / AO Online


Fajã dos Cubres, em São Jorge, eleita Aldeias de Mar

As aldeias de Dornes, Sistelo, Fajã dos Cubres, Piódão, Castelo Rodrigo, Monsaraz e Rio de Onor foram as vencedoras do concurso Sete Maravilhas de Portugal. 

Depois de o público votar nas 14 finalistas (duas por cada categoria), a organização da iniciativa revelou, numa cerimónia no Piódão, no concelho de Arganil (distrito de Coimbra), transmitida pela RTP, as sete vencedoras: Dornes na categoria de Aldeias Ribeirinhas, Sistelo de Aldeias Rurais, Fajã dos Cubres de Aldeias de Mar, Piódão na categoria de Aldeias Remotas, Castelo Rodrigo de Aldeias Autênticas, Monsaraz na rúbrica de Aldeias Monumento e Rio de Onor de Aldeias em Áreas Protegidas.

A edição das Sete Maravilhas dedicada às aldeias portuguesas tem como objetivo promover o património histórico, natural e gastronómico.

“Esta eleição foi um sucesso, com níveis de participação históricos. As aldeias têm futuro e muitas oportunidades, não vamos mais largar as nossas aldeias, com outras iniciativas no futuro. E agora vamos continuar com a nossa missão de promover os grandes valores da identidade nacional. As Sete Maravilhas vão voltar em breve com mais temas que puxam pelos territórios e pelas nossas gentes”, referiu o presidente da organização, Luis Segadães, na cerimónia, que teve início no domingo à noite.


Fonte: Lusa / AO Online


sexta-feira, 1 de setembro de 2017

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Empresários da ilha Terceira pedem mais fiscalização em zonas turísticas

A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) alertou hoje para a necessidade de intervenções de manutenção e maior fiscalização da oferta turística, para garantir a sustentabilidade do setor na ilha Terceira, nos Açores. 

“Considera a CCAH de extrema importância uma avaliação minuciosa das necessidades de investimento pelas diversas entidades, de modo a garantir a sustentabilidade deste crescimento”, adianta, em comunicado de imprensa, a associação empresarial.

Entre janeiro e junho de 2017, a ilha Terceira registou um crescimento de dormidas na hotelaria tradicional na ordem dos 10,4%, em comparação com o período homólogo, de acordo com dados do Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA), que indicam também um aumento da estada média e dos proveitos da hotelaria e da restauração.

A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo diz estar satisfeita com o aumento do fluxo de turistas e com o impacto positivo na economia da ilha, em vários setores, mas considera necessário assegurar a sustentabilidade desse crescimento.

Os empresários alertam para a “degradação e falta de manutenção e vigilância de alguns locais de visitação e lazer da ilha" para "os parques de estacionamento que se encontram diariamente lotados nos diversos pontos turísticos" e para a "falta de fiscalização a toda oferta turística”.

Nesse sentido, a associação empresarial sugere a integração de um conjunto de propostas nos próximos orçamentos do Governo Regional e dos municípios da ilha, adiantando que está disponível para “fazer parte de grupos de trabalho, de modo a aprofundar estas prioridades e levar a cabo a sua execução a breve prazo”.

Os empresários defendem, ainda, o reforço da vigilância e o condicionamento de veículos às Furnas do Enxofre, alegando que “tem sido evidente, e cada vez mais frequente, o desrespeito pelos limites da zona de visitação, danificando um património natural único nos Açores”, bem como a criação de estruturas de apoio a visitantes e a cobrança de entradas no local.

Também a gruta do Algar do Carvão deve ser preservada, na opinião da CCAH, que propõe a criação de um centro de interpretação e a limitação de acessos em simultâneo.

Os empresários querem, igualmente, a criação de um centro interpretativo da presença militar na ilha, num 'bunker' abandonado na serra do Cume, bem como a realização de estudos sobre o impacto da visitação dos trilhos pedestres e a criação de mais cinco trilhos oficiais até à próxima época alta.

A associação empresarial recomenda, também, a implementação de novas áreas marinhas protegidas, uma maior fiscalização do Parque Arqueológico Subaquático de Angra do Heroísmo, e a requalificação e conservação de zonas balneares e pontos de visitação.


Fonte: Lusa / AO Online