quarta-feira, 30 de setembro de 2015

13ª edição do Salão Internacional da Alimentação, Hotelaria e Tecnologia para a Indústria Alimentar, Alimentaria Horexpo Lisboa


Esta feira é líder no mercado nacional, com uma posição destacada entre os salões de referência do sector agroalimentar a nível europeu, sendo considerada um importante instrumento de promoção das exportações das empresas participantes, promovendo as capacidades económicas e a imagem dos produtos regionais de modo a potenciar a sua presença nos mercados externos.

Não perca tempo e inscreva-se: a data limite para a sua inscrição é a 7 de outubro de 2015!

Saiba como inscrever-se no nosso site www.ccah.eu


Decisão sobre centro de informações deverá ser conhecida até outubro

A instalação de um centro de informações na Base das Lajes pode gerar "multiplicadores civis", na opinião de Nuno Rogeiro.

O jornalista Nuno Rogeiro defende a instalação na Base das Lajes de um centro de informações norte-americano, como propõe o congressista Devin Nunes.

Numa conferência de imprensa, em Ponta Delgada, promovida pelo jornal Açoriano Oriental, o jornalista da SIC salientou que o centro de informações poderia "gerar multiplicadores civis". 

"Se eu tiver um centro de informações que tem, por exemplo, um departamento de WeatherIntelegence que se especializa nas informações   meteorológicas para a aviação e se eu puder ter, negociado com o Governo português, o acesso de profissionais das ilhas a determinados serviços, obviamente que eu crio um novo mercado de trabalho que não era esperado há meses atrás", salientou, nessa conferência.

Questionado por DI sobre a viabilidade da transferência dessa valência para a ilha Terceira, Nuno Rogeiro disse que há um processo que está em curso e que "vai ter de se concluir muito rapidamente". Até outubro, o jornalista estima que se conheça a decisão dos Estados Unidos.

O centro de informações estava previsto inicialmente para a Base de Croughton, na Inglaterra, mas Devin Nunes pediu ao Pentágono que comparasse os custos da sua instalação na Base das Lajes. O congressista colocou em causa a exatidão dos dados apresentados e o assunto está agora a ser analisado pela Comissão dos Serviços Armados do Senado.

Para Nuno Rogeiro, a instalação do centro de informações nas Lajes representaria uma oportunidade de projeção militar e civil. Acima de tudo, seria uma infraestrutura "independente das circunstâncias internacionais", uma vez que teria utilidade por um período muito superior ao que a base tem atualmente. 
"É algo a seguir e que pode ter muito interesse não só para as Lajes, mas para Portugal na cena das relações internacionais", frisou, em Ponta Delgada.

O jornalista realçou a importância da localização geográfica dos Açores, alegando que, por exemplo, grandes instituições internacionais poderiam ter uma base permanente no arquipélago, onde também se poderiam realizar grandes conferências internacionais permanentemente. 

Segundo Nuno Rogeiro, os Açores poderiam igualmente acolher grandes estruturas internacionais ligadas sobretudo às mudanças de clima, à vigilância dos oceanos e ao combate à poluição do ambiente.

Por outro lado, o Porto da Praia da Vitória poderá ser, na opinião do jornalista, um ponto importante em questões de segurança marítima, como a divergência das rotas de migrações tradicionais ou novos fluxos de contrabando.

"Já vi a Praia da Vitória aparecer nalguns meios e nalgumas discussões sobre não propriamente política bilateral luso-americana de defesa, mas sobre a possibilidade de os Açores a ponta de lança de uma política europeia de segurança e de defesa", frisou.   


Fonte: DiarioInsular.com


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Regime Excecional de Apoio às Empresas Sinistradas na Sequência das Intempéries que assolaram, em 4 de setembro, o Concelho de Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira


Se é a sua Empresa é uma das afetadas pelas intempéries 
do passado dia 4 de setembro, em Angra do Heroísmo, 
então não perca tempo e candidate-se a este 
Regime Excecional de Apoio!

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Confiança dos consumidores em máximos desde junho 2001, clima económico estável

O indicador de confiança dos consumidores aumentou em setembro, batendo máximos desde junho de 2001, enquanto o indicador de clima económico estabilizou pelo segundo mês consecutivo, divulgou hoje o INE.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) destaca que o indicador de confiança dos consumidores manteve «a tendência ascendente observada desde o início de 2013 e registando o valor mais elevado desde junho de 2001».

Já o indicador de clima económico, disponível até setembro, estabilizou pelo segundo mês consecutivo, tendo caído na indústria transformadora e no comércio, estabilizado na construção e obras públicas e aumentado ligeiramente nos serviços.




Fonte: Dinheiro Digital


Alteração ao Regime de Acesso e de Exercício da Atividade de Aluguer de Veículos de Passageiros sem Condutor—RENT-A-CAR


A nova lei entrou hoje em vigor!

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Estagiar L e T alargados em todas as ilhas

Segundo o vice-presidente do Governo Regional, mais de 60% dos jovens que frequentam o Estagiar L e T são contratados no espaço de seis meses.

O Governo Regional alargou o período máximo dos estágios ao abrigo dos programas Estagiar L e Estagiar T.

O Estagiar L, destinado a jovens licenciados, passa de um período máximo de um ano para dois anos na ilha Terceira, como aliás já tinha sido anunciado no âmbito do Plano de Revitalização Económica da Ilha Terceira. 

Em São Miguel, onde esse período também se fixava num ano passa a ser de 18 meses. 

Nas restantes ilhas mantém-se um período máximo de dois anos. 

Já o Estagiar L, que tinha um período máximo de um ano, passa a poder prolongar-se por 18 meses, em todas as ilhas. 

O vice-presidente do Governo Regional justificou as alterações com a importância que o programa tem demonstrado na inserção dos jovens no mercado de trabalho.

Em outubro, iniciam os programas de estágios 901 jovens, o que representa um investimento do executivo açoriano de 9,1 milhões de euros. 

Destes jovens, 371 são recém-licenciados e 523 terminaram recentemente um curso profissional.

Sérgio Ávila realçou a "assinalável recetividade" das empresas e o "reflexo muito positivo" deste programa na empregabilidade dos jovens.

Segundo o vice-presidente, 63,1% dos estagiários foram contratados até seis meses após a conclusão do estágio e 43,1% foram contratados imediatamente a seguir à conclusão dos estágios.

O governante admitiu, no entanto, que estes números se devem também à implementação do Programa de Incentivo à Inserção do Estagiar L e T (PIIE), que consiste num apoio financeiro às entidades empregadoras, mediante a contratação, com ou sem termo, a tempo completo, de jovens que tenham concluído os programas de estágios.

Desde o final de 2013, o PIIE já apoiou a contratação de 1036 jovens.




Fonte: DiarioInsular.com


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Regulamentação do Regime Fiscal de Apoio ao Investimento (RAIF)


Conheça o Regulamento que assegura a aplicação das regras, 
no âmbito do Apoio ao Investimento para o período de 2014 a 2020.

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Contribuição das PME para a economia aumentou 4,7% em 2014

A contribuição das pequenas e médias empresas (PME) do setor não financeiro para a economia portuguesa aumentou 4,7% em 2014, indicam dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) nesta segunda-feira.

Os dados preliminares de 2014 das estatísticas das empresas reforçam os sinais positivos da economia portuguesa, refere o relatório 'Empresas em Portugal' (2014).

O setor não financeiro da economia nacional contava 1,1 milhão de PME, enquanto o universo das 'grandes empresas' (com 250 ou mais pessoas ao serviço ou volume de negocios superior a 50 milhões de euros) compunha-se de 974 sociedades. Em termos de emprego, as PME pagavam salários a 2,74 milhões de pessoas (+1,0% do que em 2013) e as grandes empresas geriam um total de aproximadamente 686 mil pessoas (+4,6% do que em 2013), indica o documento do organismo nacional de estatística.

Os principais indicadores económicos do setor empresarial não financeiro registaram evoluções positivas face a 2013, com o Valor Acrescentado Bruto (VAB) a crescer 3,7% e o excedente bruto de exploração (EBE) 6,9%, respectivamente, para 75,6 mil M€ e 31,6 mil milhões de euros. As PME «evidenciaram um dinamismo considerável com uma taxa de crescimento do VAB de 4,6% face a 2,1% observado nas grandes empresas», respectivamente, para cerca de 46,64 mil milhões e 28 mil M€.

Da análise da distribuição interquartil do VAB das sociedades não financeiras foi notório o aumento deste indicador em todos os setores de atividade, com metade das sociedades a apresentarem níveis de VAB superiores em 2014 face aos registados em 2013.

O setor do 'alojamento e restauração' evidenciou a taxa de crescimento mais elevada do volume de negócios (9,0%) e do EBE (21,6%), precisa o INE. No entanto, o setor da Construção apresentou decréscimos em todos os indicadores em análise.

Por seu lado , as sociedades com perfil exportador contribuíram, em 2014, para 32,8% do VAB e 23,2% do pessoal ao serviço do total das sociedades não financeiras, respetivamente, mais 1,3 p.p. e mais 0,6 p.p. face ao ano 2013.

No entanto, segundo mostra um dos quadros incluídos no documento do INE, a situação média das empresas do setor não financeiro continuava a mostrar alguma fragilidade em termos patrimoniais (balanço).



Fonte:  Dinheiro Digital

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Atualização das Rendas para 2016


No nosso site www.ccah.eu fica a conhecer 
todas as últimas legislações que importam à sua empresa.

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Voos da Terceira para Madrid arrancam a 25 de novembro

A nova operação aérea entre a ilha Terceira e Madrid vai iniciar-se a 25 de novembro, começando a ser comercializada a 02 de outubro, anunciou hoje o secretário regional do Turismo e Transportes dos Açores.


"É uma operação anual com 52 rotações, que tem um potencial de gerar dormidas na ilha Terceira de cerca de 60 mil e que irá começar a ser comercializada no dia 02 de outubro, estando previsto o seu início para o dia 25 de novembro", frisou Vítor Fraga.

O governante falava, em declarações aos jornalistas, em Angra do Heroísmo, no final de uma reunião com um responsável da Portugal Tours, que irá comercializar a operação entre a ilha Terceira e Madrid (Espanha). 

No final de agosto, o Governo Regional anunciou a realização de voos 'charter' semanais para a ilha Terceira desde Boston (Estados Unidos) e Madrid (Espanha), num investimento de dois milhões de euros da Associação do Turismo dos Açores.

Os voos a partir de Boston, realizados apenas no inverno IATA (acrónimo em inglês da Associação Internacional de Transporte Aéreo), já começaram a ser comercializados, tendo início a 07 de dezembro.

Segundo Vítor Fraga, a opção por Boston e Madrid resultou do interesse de privados e do facto de terem sido os dois mercados externos com "maior número de dormidas em 2014, na ilha Terceira". 

"São mercados consolidados que já deram provas de terem uma apetência natural por um destino com as caraterísticas da ilha Terceira", frisou.

Segundo dados revelados pelo Serviço Regional de Estatística dos Açores, as dormidas na hotelaria tradicional cresceram 19,8% no arquipélago, entre janeiro e julho de 2015, em comparação com o período homólogo.

Na ilha Terceira, o crescimento nesse período foi de 4,5%, mas contabilizando apenas o mês de julho registou-se uma quebra de 4,2%, em comparação com 2014.

Questionado sobre estes números, Vítor Fraga disse que há "situações pontuais" que não estão a acompanhar o crescimento global de cerca de 20% do turismo nos Açores, mas salientou que "foram anunciadas medidas concretas para cada uma das ilhas em que isto não está a acontecer".

"As estatísticas podem ser utilizadas por muitas formas. Nós utilizamos como instrumento de trabalho e para a cada momento tomarmos as iniciativas mais adequadas no sentido de que o setor seja sustentável e tenha um comportamento de crescimento que se quer que seja igual em todas as ilhas", frisou.


Fonte: Lusa

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

9 ª Alteração ao Código do Trabalho - Direitos de Maternidade e Paternidade


Conheça a mais recente alteração do Código do Trabalho!

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Falta de concorrência prejudica transporte aéreo

Segundo empresários dos Açores, que se reuniram em Angra do Heroísmo, o turismo não está a crescer ao mesmo ritmo em todas as ilhas. Os entraves têm sido colocados pelos transportes aéreos.

A revisão do modelo de transporte aéreo nos Açores trouxe vantagens, mas também pôs em evidência problemas causados pela falta de concorrência e pelo facto de a SATA não exercer uma função reguladora. A Terceira é uma das ilhas que sofrem essas consequências.

A conclusão é do Fórum da Câmara de Comércio e Indústria dos Açores que reuniu no passado fim de semana em Angra do Heroísmo. Segundo o documento produzido pelos empresários, o preço excessivo das passagens e a falta de lugares nos aviões tem vindo a penalizar não só os residentes, mas também o desenvolvimento do turismo na ilha.

Os problemas, aliás, não são só da Terceira. A oferta para as ilhas que mantiveram as obrigações de serviço público também tem sido restritiva, "com passagens extremamente caras".

Os participantes do fórum - que lamentam que não esteja assegurada, também, uma solução para a carga - apontam, do mesmo modo, constrangimentos com o transporte interilhas, que não estão a compaginar a oferta interna com a procura externa, com reflexos negativos não só no potencial do turismo, como na circulação interna dos residentes, o que anula "o objetivo da extensão dos benefícios do modelo a todas as ilhas".

Para além disso, dizem, os reencaminhamentos "não funcionam satisfatoriamente".

Essas serão algumas das razões pelas quais os empresários sublinham que o turismo não está a crescer ao mesmo ritmo em todas as ilhas, exigindo, nesse sentido, uma análise estratégica e profunda à situação atual. Falta, referem, um plano para o setor, já que os instrumentos existentes são inadequados.

Nesse cenário, os empresários entendem ser necessário não só ultrapassar os constrangimentos nas acessibilidades e nos custos de contexto, mas também a apresentação do Plano Estratégico e de Marketing, a revisão do plano estratégico para o turismo, a criação de um programa sazonal de trabalho e a revisão de programas de apoio ao setor.

Trata-se de uma área que, segundo os participantes do Fórum da Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, não pode ficar de fora do plano de investimentos públicos. Por isso, os empresários sublinham a necessidade de avançar com um reforço de verbas na ordem dos 10 milhões de euros, para assegurar que "os progressos conseguidos no primeiro impacto da liberalização não sejam perdidos e sejam estendidos a todas as ilhas". Requalificar os estabelecimentos e os recursos humanos são outras das preocupações plasmadas no documento.


ATENÇÃO AO MAR

Os empresários estão preocupados, também, com o setor dos transportes marítimos. A situação, sublinham, mantém-se "totalmente inalterada", pelo que continua a ser urgente a alteração das obrigações de toques e a racionalização das ligações com o exterior e entre ilhas. Só assim, consideram, será possível melhorar a gestão de stocks das empresas e, ao mesmo tempo, o escoamento das exportações.

Rever o acesso direto dos Açores com o exterior, permitindo a alteração de 'gateways'  e a coordenação de frequências é, por isso, uma das medidas apresentadas no documento das conclusões do encontro.

Os participantes do Fórum entendem, do mesmo modo, que é preciso reconfigurar a circulação interilhas, quer no transporte de carga, como no de passageiros. Às ilhas do grupo Central, referem, é preciso dar particular atenção, sendo necessário estabelecer-se horários fixos e previsíveis para todo o ano.

De resto, e no que diz respeito a esta matéria, os empresários consideram que é preciso reconsiderar a estratégia implícita no Programa Integrado dos Transportes dos Açores (PIT) que, sublinham, "não configura uma solução inclusiva do setor privado".

No documento considera-se ainda como constrangimento estrutural, que exige solução imediata, a inadaptação do porto da Praia da Vitória para funções de apoio à navegação e logística internacional.
Construção civil e fileira agro são outros dois setores que, para os empresários dos Açores, devem ser tidos em atenção.


ALAVANCAR O PRIVADO

Embora teçam considerações sobre o setor público, é para o setor privado que os empresários entendem que devem ser dedicados os principais esforços, tendo em conta, por exemplo, os obstáculos duma conjuntura fortemente restritiva.

Desta feita, no documento em causa, apontam-se medidas para alavancar a economia privada, entre elas a constituição de instrumentos de capital de risco, com aportagem de recursos dos fundos estruturais e privados e com gestão profissional; a promoção da captação de investimento externo através dos fundos de investimento específicos; a flexibilização dos mecanismos de contratação em programas de apoio especiais ao emprego; a conceção de um programa de recapitalização das empresas com créditos fiscais, entre outras.

A par dessas medidas, o Fórum da Câmara de Comércio e Indústria dos Açores considera que há custos de contexto que devem ser atenuados, uma vez que se trata de custos "fortemente penalizadores", tendo em conta o "ambiente concorrencial".

Em causa estão, por exemplo, as taxas e a gestão aeroportuárias e portuárias, os custos de energia, de água e tratamento de resíduos, os custos de licenciamento, da economia paralela, entre outros.

Ao mesmo tempo, o Fórum concluiu que é crucial avançar com a promoção externa dos Açores e dos produtos regionais, numa "lógica coerente" e com uma "ação estratégica integrada".

Em qualquer caso, e em todo o processo de desenvolvimento da economia açoriana, os empresários defendem a importância das associações empresariais capazes de cooperar e estabelecer parcerias com o setor público, desenvolvendo, também, projetos - o que, atentam, não tem vindo a verificar-se.

As Câmaras de Comércio, sustentam os responsáveis, são, nesta área, um veículo privilegiado no apoio direto e indireto às empresas, não devendo, em muitos casos, ser substituídas pelo setor público. 



Fonte: Diário Insular


Fórum CCIA 2015 - Conclusões


O FÓRUM CCIA 2015 – Economia dos Açores: Situação e perspetivas 
reuniu em Angra do Heroísmo, nos dias 18 e 19 de setembro, 
empresários de vários sectores de atividade e de diversas ilhas 
e fez uma análise ao estado da economia regional, 
identificando as principais dificuldades 
e analisando as grandes necessidades 
e oportunidades de ajustamento estrutural 
da economia açoriana.

Pode consultar as conclusões do FÓRUM no nosso site


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Empresários dos Açores querem privatizar empresas públicas que não dão lucro

A Câmara do Comércio e Indústria dos Açores quer ver inscritas no próximo ano no Plano e Orçamento da Região reduções no IRC e no IVA.

Para os empresários, é tambem importante que no próximo ano o Governo acerte contas com as empresas,quer públicas quer privadas.

Quanto aos fundos da União Europeia, os empresários lembram que há na Região sistemas de incentivos que ainda não estão operacionalizados.

O empresariado apresentou em Ponta Delgada 10 medidas que considera  prioritárias para promover o desenvolvimento da economia Regional.

Entre elas, estão a privatização, ou mesmo o encerramento, das empresas públicas que recorrentemente dão prejuizo.

Ouvido pela Antena 1 açores, Mário Fortuna, da câmara do comércio, admitiu que se deve estudar a possibilidade de privatizar a Sata e defendeu que a transportadora aérea açoriana não deve ter o exclusivo das ligações com os Estados Unidos.

Falando após o Fórum 2015, que se realizou em Ponta Delgada, Mário Fortuna defendeu a construção de um novo porto de granéis em Ponta Delgada e a adaptação do Porto da Praia da Vitória para funções de apoio á navegação e logistica internacional.

Os empresários dizem também que é urgente a ampliação do Aeroporto da Horta.




Fonte: Antena 1 Açores


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Oferta de Emprego


A bolsa de emprego da CCAH tem uma oferta de emprego para si!

Inscreva-se na Bolsa de emprego através do site http://www.ccah.eu/bolsa/ e disponibilize o seu Curriculum Vitae.

Aproveite esta oportunidade e não a deixe escapar das suas mãos!


Para mais informações: http://www.ccah.eu/


terça-feira, 15 de setembro de 2015

Voos da Terceira para Boston arrancam a 7 de dezembro

Começa na sexta-feira a venda de bilhetes para a nova ligação charter entre a Terceira e Boston, nos Estados Unidos.

O primeiro voo Lajes - Boston é a 7 de dezembro, numa operação sazonal que será realizada pela IdeaStation no inverno. 

Estão também previstos voos charter entre a Terceira e Espanha, mas ainda não há data anunciada.

Os dois destinos são justificados pelo secretário das transportes e turismo, Victor Fraga, com o histórico da ilha. 


Veja a reportagem completa da Antena 1 em:

http://www.rtp.pt/acores/economia/voos-da-terceira-para-boston-arrancam-a-7-de-dezembro-som_48108






LREC - Curso de "Reposição de pavimentos e execução de valas em arruamentos"


O Laboratório Regional de Engenharia Civil - LREC realizará o curso de 
Reposição de pavimentos e execução de valas em arruamentos 
em Ponta Delgada nos dias 24 e 25 de setembro.

Saiba tudo no nosso site www.ccah.eu e inscreva-se já!


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

CIMA na ilha de São Jorge de 20 a 26 de setembro

Após o sucesso do primeiro CIMA, Canyoning Internacional Meeting in Azores, realizado na ilha das Flores em 2014, a segunda edição será realizada na Ilha de São Jorge de 20 a 26 de setembro próximo.


O CIMA é uma organização conjunta entre a Associação Desportos de Aventura Desnível e o Turismo dos Açores, que visa essencialmente divulgar as excelentes condições de diversas ilhas dos Açores para a prática desta modalidade desportiva e de turismo de experiências de forma sustentável.

O CIMA é destinado a praticantes de canyoning experientes, sendo que este ano vai reunir durante uma semana cerca de uma centena de participantes na ilha de São Jorge. Para garantir a qualidade e sustentabilidade do evento foram limitadas as inscrições, levando a que a organização tivesse de as encerrar apenas uma semana após a sua abertura. Entre os inscritos predominam franceses (32), espanhóis (31) e portugueses (26) e alguns alemães, suíços e austríacos.

Para além de saídas diárias para a prática de canyoning o CIMA conta no seu programa um vasto programa social e complementar, nomeadamente jantar convívio, palestras, subida à Montanha do Pico, concurso de vídeo e fotografia e, no âmbito da responsabilidade social, uma experiência de canyoning para jovens de escolas locais.

Este evento conta com a colaboração de várias empresas e entidades regionais das quais se destacam a SATA, as Câmaras Municipais da Calheta e das Velas, as Pousadas da Juventude dos Açores, as corporações de Bombeiros da ilha e a Proteção Civil dos Açores.

Embora o canyoning seja um produto turístico relativamente recente nos Açores, a quantidade de percursos e a sua diversidade e qualidade permite que os Açores se afirmem como um importante destino internacional desta modalidade, em particular nas ilhas das Flores e São Jorge.

Atualmente, existem mais de uma centena de percursos de canyoning equipados no arquipélago dos Açores, distribuídos por cinco ilhas: Flores, São Jorge, São Miguel, Santa Maria, Faial e Terceira. Estes apresentam níveis de dificuldade muito diversos e existem opções tanto para praticantes autónomos como para quem procura novas experiências e recorre aos serviços das diversas empresas de animação turística.

Devido à estreita colaboração entre a Associação Desnível e o Turismo dos Açores, o desenvolvimento deste produto na região tem vindo a ser realizado de forma progressiva e abrangendo vários campos de ação, desde a abertura e equipamento dos percursos, promoção e formação de técnicos locais. Como consequência todas as empresas locais que oferecem experiências de canyoning apresentam técnicos especializados na modalidade, o que é fundamental para uma prática responsável.


Fonte: +Central
Foto: Francisco Silva



Descoberto navio da II Guerra Mundial afundado na Baía de Angra


Os arqueólogos encontraram, na baía de Angra do Heroísmo, um navio da Segunda Guerra Mundial, que transportava materiais para a construção da Base das Lajes.

O achado é revelado numa altura em que o Governo Regional se prepara para investir num Centro de Interpretação do parque subaquático.


Veja a reportagem completa da RTP Açores em:
http://www.rtp.pt/acores/cultura/descoberto-navio-da-ii-guerra-mundial-afundado-na-baia-de-angra-video_48093

Workshop "Como criar um negócio Agroalimentar"



No próximo dia 18 de setembro decorre na Universidade dos Açores o Workshop “Como criar um negócio Agroalimentar”.

A ação irá decorrer no Auditório do Departamento de Ciências Agrárias a partir das 09h30, com encerramento às 13h00.




Temas como Constituir uma Empresa e Licenciamento da Atividade, Instalação e Segurança Alimentares e Sistemas de Apoios para Jovens Agricultores, para o Investimento, Transformação, Comercialização e Desenvolvimento de Produtos Agrícolas, bem como a Criação de Empresas serão os temas dominantes deste Workshop.


Se tem interesse na área Agroalimentar não deixe de participar!








sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Inundações – Aconselhamento técnico no acionamento de seguros e reclamações


Não hesite em recorrer ao Departamento Jurídico 
da Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo!

Temos aconselhamento especializado para si!!!

Conheça todos os nossos serviços em www.ccah.eu


Abertura das Inscrições ao Galardão MIOSOTIS AZORES 2016-2017


Sabia que agora poderão concorrer, pela primeira vez, alojamentos locais 
ao galardão “Miosotis Azores”?

Este galardão atribui vários níveis de reconhecimento 
a empreendimentos turísticos regionais 
pelos seus bons comportamentos ambientais,
 implementados em diferentes valências.   

Pode concorrer até ao dia 19 de outubro!

Saiba como no nosso site www.ccah.eu    



Porto das Pipas sob avaliação

Não há fim à vista para o processo de instalação de uma rampa ro-ro no Porto das Pipas. A Portos dos Açores está a avaliar as soluções técnicas possíveis.

A Portos dos Açores está a avaliar as soluções técnicas para o apetrechamento do Porto das Pipas com uma rampa roll-on/roll-off (ro-ro), uma obra anunciada em fevereiro de 2014 e prevista do Plano de Revitalização Económica da ilha Terceira (PREIT).

Ainda assim, e questionada por DI, fonte da empresa pública em causa garantiu que não há uma data prevista para o final do processo de avaliação das "várias" propostas em cima da mesa.

Segundo informações da secretaria regional do Turismo e dos Transportes e da Portos dos Açores, a obra está incluída nos investimentos de 67 milhões previstos para os portos regionais e anunciados na passada quarta-feira, na Comissão Parlamentar de Inquérito ao Transporte Marítimo de Passageiros dos Açores, pelo presidente da empresa pública, Fernando Nascimento.

Entre os investimentos anunciados pelo responsável contam-se, ainda, a reparação do cais do porto da Praia da Vitória, o prolongamento do cais de São Jorge, a requalificação do porto das Poças (Flores), intervenções na frente marítima da cidade da Horta e dragagens em diversos portos. 


RO-RO ADIADA?

Segundo o PREIT, recorde-se, o projeto de instalação de uma rampa ro-ro no Porto Pipas deveria avançar ainda este ano.

De acordo com esse documento, aliás, o Governo Regional tinha intenção de antecipar, em 2015 na Terceira, outras obras já inscritas na Carta Regional de Obras Públicas (CROP), nomeadamente a segunda fase do Parque de Exposições da Terceira, a requalificação das instalações da Terra Chã para a construção do Parque de Ciência, construção do terminal de carga da aerogare civil das Lajes, entre outras empreitadas. 

No entanto, e no que diz respeito à rampa ro-ro - anunciada pelo secretário regional do Turismo e Transportes, em fevereiro de 2014, quando se soube que, afinal, Angra do Heroísmo não teria um Cais de Cruzeiros - nada mais se soube sobre os seus avanços.

Técnicos consultados por DI acreditam, aliás, que o projeto inicialmente previsto para o Porto das Pipas (com um custo estimado de 11 milhões de euros) pode não avançar por não ser tecnicamente adequado.

Trata-se, segundo os especialistas, de "um projeto megalómano", que não faz sentido, tendo em conta o atual tráfego do Porto das Pipas, bem como o movimento expectável nos próximos anos.

Em alternativa, defendem, dever-se-ia fazer uso, para a instalação da rampa ro-ro, do cais de elevação de embarcações de recreio, onde o Gilberto Mariano tem atracado.


Fonte: Diário Insular

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Pré-Inscrição para Formação: “Aprender Alemão”


Gostaria de aprender Alemão da "estaca zero"?

Aproveite esta oportunidade!!! 

Pode inscrever-se até ao dia 25 de setembro.

Saiba mais sobre esta e outras Formações que a 
Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo 
tem disponíveis, ainda este ano, 
no nosso site em www.ccah.eu/formacao



Formação para Profissionais - Segundo Semestre de 2015


Quer melhorar o seu desempenho profissional? 

A Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo tem várias sugestões para si!

Confira a lista completa das nossas ações de formação 
agendadas para este segundo semestre 



“Questionário - Tese de Mestrado em Negócio Digital – Turismo”


Colabore numa investigação científica, cujas conclusões poderão servir
de suporte no setor do Turismo em Portugal. 

Para dar o seu contributo, basta que responda a um pequeno questionário.

Participe!

Veja todas as informações no nosso site www.ccah.eu



quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Inadmissível o que se tem passado com o Turismo na Terceira - CCAH


Ponto final nos “jogos políticos, nas promessas não cumpridas”, nas “brincadeiras com o presente e o futuro da Região, em especial da Ilha Terceira”. A Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH), exigiu esta tarde, em conferência de imprensa no Salão Nobre da Associação Empresarial, “respeito pelos empresários, pelos terceirenses” e considerou “inadmissível” o que se tem passado no setor do Turismo.

Segundo o Presidente da CCAH, “a economia vive da realidade, e o que os terceirenses querem saber é com o que podemos contar, em que moldes, e a partir de quando”, referindo-se, em particular ao setor do turismo e à “total ausência de estratégia para o Turismo na Ilha Terceira, e Grupo Central”. 

Após um enquadramento sobre o impacto da liberalização sobre o espaço aéreo na Região, e os alertas lançados desde logo pela CCAH sobre os reencaminhamentos aéreos, mas também os desinvestimentos na promoção da Ilha, na captação de voos diretos e escassez de lugares no Verão, Sandro Paim colocou diversas questões aos “partidos do arco da governação, local e nacional”, os quais, considera, “quiseram arrecadar votos com o anúncio da entrada das low cost na Terceira”, pelo que “nenhum está isento de responsabilidades”. 

Sobre a captação de fluxos para a Ilha Terceira, o líder da Associação Empresarial das Ilhas Terceira, São Jorge e Graciosa pretende saber “o que está a ser feito pelos partidos para que o anúncio das low cost, efetuado em Julho, se possa tornar realidade” e “quando começam os anunciados voos charters de Boston e Madrid, bem como o “porquê da escolha destes mercados emissores, nomeadamente Espanha e não Alemanha, Reino Unido ou Holanda, mercados já consolidados nos Açores na época baixa”. Questionou, ainda, “para quando o reforço da operação SATA Internacional e SATA AIR Açores previsto no PREIT, e se este reforço garante que a Terceira não vai sentir o estrangulamento sentido este ano”.

Sobre o aeroporto das lajes perguntou “em que ponto está a certificação do aeroporto, de quem é a responsabilidade de ainda não estar concluído” e se “esta certificação condiciona a vinda das low cost para a Terceira, outras companhias aéreas ou escalas técnicas para a Terceira”. Lembrou, também, as “promessas da construção do terminal de carga” anunciado há vários anos, e um “verdadeiro Pacote de Incentivos de Atração de Escalas Técnicas no aeroporto das Lajes”.  

Em relação a uma estratégia de desenvolvimento turístico na Região, Sandro Paim questionou em que ponto se encontra o desenvolvimento do Plano de Animação Turística para a Ilha Terceira e se o “problema será desenvolver mais um Plano?” Será que, indagou, o “Plano Estratégico para o Turismo nos Açores, cuja apresentação estava anunciada para abril, não é suficiente e não inclui a Terceira?”. Quanto aos apoios à promoção de eventos na Região Autónoma dos Açores, interrogou “de que forma é que são decididos e distribuídos” e “se não deveria haver mais paridade na distribuição dos apoios”. 

No caso concreto da Graciosa, lançou a questão acerca do “reforço de lugares na SATA que permita a captação de grupos de turistas para esta Ilha” e do inicio das “ligações marítimas de passageiros, todo o ano, para o triângulo, São Jorge, terceira e Graciosa”, Quanto ao reforço anunciado para o Secretário Regional do Turismo e Transportes para o “Programa Meus Açores, Meus Amores”, a questão é será para desenvolver este ano, ou só em 2016, já que, sendo apenas para o próximo ano, “como pretendem colmatar as enormes quebras dos fluxos turísticos em 2015 na Ilha Graciosa?”. 

No fundo, disse Sandro Paim, “repetimos a pergunta que vimos fazendo frequentemente e para a qual nunca obtivemos resposta: para quando uma estratégia integrada no Turismo, que envolva todas as Ilhas dos Açores de forma una, menos dependente do mercado nacional e capaz de mitigar o efeito de sazonalidade no setor?”. 

Na conferência de imprensa, que contou com a presença de mais de quatro dezenas de empresários do setor do Turismo, o Presidente da CCAH realçou que as “respostas a estas questões são fundamentais para o setor privado decidir os seus investimentos, planear devidamente a sua atividade, manter o emprego de forma sustentável e constante”.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Oferta de Emprego


A bolsa de emprego da CCAH tem mais uma oferta de emprego para si!

Inscreva-se na Bolsa de emprego através do site http://www.ccah.eu/bolsa/ e disponibilize o seu Curriculum Vitae.


Aproveite esta oportunidade e não a deixe escapar das suas mãos!


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Ameijoas da Caldeira de Santo Cristo sobressaem na gastronomia da ilha de São Jorge


São grandes, frescas, saborosas e muito diferentes das ameijoas importadas.

As ameijoas da Caldeira de Santo Cristo, em São Jorge, podem ser encontradas em alguns restaurantes da ilha.

Não se sabe como é que este molusco foi parar à lagoa da Caldeira de Santo Cristo, admitindo uns que foram os ingleses quando lá estiveram a instalar cabos submarinos e outros que terá sido um sacerdote emigrante regressado à terra.

A Caldeira de Santo Cristo é uma das muitas fajãs da ilha de São Jorge. Lugar isolado - só se chega lá a pé ou de mota -  a Caldeira é procurada por jovens em busca do contacto com a natureza.


Fonte: Antena 1 Açores


Formação para Profissionais - Técnicas de Vitrinismo


Se tem espaço comercial aberto ao público em São Jorge e pretende aperfeiçoar as suas técnicas de Vitrinismo, esta é a oportunidade certa.

Participe nesta Formação e marque a diferença nas suas montras!

Lembre-se que a época de Natal já não está assim tão longe e pode dar um toque ainda mais especial à sua loja...

Conheça todo o Programa referente a este curso e inscreva-se em www.ccah.eu
até ao próximo dia 24 de setembro!

Ações de informação sobre conhecimento da nota euro na Ilha Graciosa


Acha que conhece bem a nota euro? Tem a certeza???...

Não se deixe enganar!!!

Aproveite esta oportunidade e conheça a fundo todas as suas características.

Pode inscrever-se até ao dia 23 de setembro nas ações de informação que se vão realizar a 7 de outubro na Ilha Graciosa.

Mais informações em www.ccah.eu 

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Formação para Profissionais - Mapas de Apoio à Gestão do Negócio


De 23 a 26 de setembro, na Sala de Formação da CCAH, 
adquira competências na área de Gestão do seu Negócio!

Conheça todo o Programa referente a este curso e inscreva-se em www.ccah.eu, 
até ao próximo dia 21 de setembro!


Pais podem optar pelo teletrabalho a partir de hoje

Filhos têm de ter até três anos e a actividade profissional deve permitir o trabalho a partir de casa.

Os pais vão passar a ter direito a trabalhar a partir de casa até os filhos terem três anos, desde que o teletrabalho seja compatível com a actividade profissional que exercem e a entidade patronal tenha "recursos e meios para o efeito". 

A lei aplica-se tanto ao sector privado como ao público.

Também os trabalhadores com filhos menores de 12 anos, ou em qualquer idade se forem portadores de deficiência ou de doença crónica, podem optar pelo trabalho a tempo parcial ou pelo regime flexível sem serem penalizados, tanto na avaliação como na progressão da carreira.

A entrada em vigor destas medidas de alteração do Código de Trabalho, que vem reforçar os direitos de maternidade e paternidade, acontece já hoje, depois da publicação na passada terça-feira em Diário da República.

A mesma lei diz ainda que o pai passa a ter de gozar uma licença obrigatória, quando tem um filho, que passa a ser de 15 dias úteis, em vez de 10, a usufruir nos primeiros 30 dias de vida da criança, correspondendo a um subsídio parental. Neste caso a entrada em vigor é apenas depois do Orçamento do Estado.

A mãe e o pai trabalhadores passam a ter direito por nascimento de um filho, depois da publicação do OE, a uma licença parental inicial de 120 ou 150 dias consecutivos, cujo gozo podem partilhar após o parto, e em simultâneo. No entanto, se os pais trabalharem na mesma microempresa, o usufruto da licença parental inicial ao mesmo tempo "depende de acordo com o empregador", estipula a mesma lei.

Outras medidas que são já para aplicar no próximo domingo referem que passa a ser contra-ordenação grave, em vez de leve, a violação da obrigação do empregador de comunicar, no prazo de cinco dias úteis, à entidade com competência na área da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres o motivo da não renovação de contrato de trabalho a termo a uma trabalhadora grávida, puérpera ou lactante. 


Fonte: Diário Económico

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Nova Loja Açores abriu na cidade de Lisboa

O Governo Regional entregou a exploração do novo espaço, após concurso público, à Fábrica de Licores Eduardo Ferreira & Filhos.

A nova Loja Açores em Lisboa, cuja exploração o Governo Regional, após concurso público, entregou à iniciativa privada, por intermédio da empresa Fábrica de Licores Eduardo Ferreira & Filhos, foi hoje inaugurada.

Na cerimónia de inauguração, o director regional para o Apoio ao Investimento e à Competitividade (DRAIC) manifestou confiança no sucesso da nova loja, não só pela sua localização, na rua Viriato, mas também pela “credibilidade, solidez, experiência e conhecimento do mercado açoriano e dos produtos açorianos” da empresa que a vai gerir.

Ricardo Medeiros salientou, a propósito, o esforço que o Governo dos Açores tem desenvolvido no sentido de estimular a competitividade das empresas açorianas, referindo a redução do Imposto Especial sobre o Consumo, aplicável aos licores e aguardentes produzidos e consumidos nos Açores, para apenas 25% do imposto, e dando particular ênfase ao desenvolvimento da Marca Açores.

Para o director regional, a marca Açores é “um dos pilares impulsionadores da promoção interna e externa da Região”, já que se trata de uma marca que é “sinónimo de qualidade” e diferenciadora de produtos que incorporam “atributos mais distintivos dos Açores”.

A promoção da produção regional, desenvolvida também através de um plano anual de feiras, constitui uma das apostas do Governo dos Açores que, segundo Ricardo Medeiros, tem registado resultados significativos “no reforço da presença dos produtos açorianos” nos mercados em que já operam empresas regionais, permitindo, igualmente, o acesso a novos mercados.

“Encontra-se em fase final de aprovação o Subsistema de Incentivos para a Internacionalização”, afirmou Ricardo Medeiros, revelando que “os apoios atribuídos este ano no âmbito do actual Sistema de Apoio à Promoção de Produtos Açorianos já ultrapassaram os 1,7 milhões de euros”.

Para além desses apoios, envolvendo cerca de uma centena de empresas regionais, o Programa de Apoio à Restauração e Hotelaria para a Aquisição de Produtos Regionais, que comparticipa, em 10%, as despesas realizadas pelas empresas na aquisição de produtos açorianos, tem também registado uma forte adesão.
Ricardo Medeiros revelou que foram já apresentadas 452 candidaturas, estando os apoios atribuídos a aproximar-se dos 500 mil euros, o que significa a utilização de produtos genuinamente açorianos na restauração na ordem dos cinco milhões de euros.

Na sua intervenção nesta cerimónia, o director regional para o Apoio ao Investimento e à Competitividade assegurou que “o Governo dos Açores está e continuará empenhado em criar um ambiente estimulante da eficiência empresarial, disponibilizando um vasto conjunto de instrumentos que contribuam para fomentar a competitividade das empresas regionais, por forma a impulsionar o desenvolvimento sustentável a médio e longo prazo”.


Fonte: Jornal Diário

RYANAIR e EASYJET revelam que tão cedo não vêm para a Terceira

O aeroporto das Lajes deve demorar a receber voos de companhias aéreas lowcost. 

A EasyJet avançou não estar interessada em explorar tão cedo esta rota e a Ryanair revelou ontem que fez uma proposta ao Governo da República para voar para a Terceira, mas que esta foi recusada. DI sabe que houve negociações com as duas transportadoras.

Recorde-se que a vinda em breve das lowcost para a Terceira foi anunciada no início de julho pelo líder do PSD/Açores Duarte Freitas, informação depois confirmada pelo Ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Marques Guedes. 

Segundo o ministro, em cima da mesa estava a realização de dois ou três voos semanais, assegurados por companhias aéreas de baixo custo.

No entanto, as negociações parecem agora não ser fáceis. Numa conferência de imprensa realizada ontem, o presidente executivo da Ryanair, Michael O'Leary, citado pelo "Diário Económico", afirmou: "Queríamos voar para a Terceira de Lisboa mas o Governo rejeitou a nossa proposta".

Michael O'Leary respondia às perguntas dos jornalistas, que o questionaram sobre se a proximidade de eleições legislativas, marcadas para outubro, pode estar a travar a tomada de decisões pelo atual Governo da República.

Já em entrevista ao jornal "Correio dos Açores", José Lopes, responsável pela EasyJet em Portugal, colocava fora de hipótese a realização de voos a breve trecho para a Terceira. 

Por agora, a companhia aérea de baixo custo está focada em explorar a rota de São Miguel. "Nós continuamos a dizer o que dissemos no início. Vamos primeiro ver como é que o mercado de Ponta Delgada evolui", afirmou. 

"Quando o mercado foi liberalizado, pedimos que fossem quatro rotas liberalizadas (Ponta Delgada-Lisboa; Ponta Delgada-Porto; Terceira-Lisboa; e Terceira-Porto). Aquilo que dissemos é que havia uma (Ponta Delgada) que era muito mais forte do que as outras três, mas admitíamos que, no futuro, as outras três também poderiam ter potencial para poderem funcionar de forma liberalizada", precisou.

Do ponto de vista da Easyjet, iniciar uma operação rumo à Terceira é uma decisão que não deve ser apressada. "Vamos fazer um ano de operação em Ponta Delgada, vamos analisar os resultados e, depois, vamos analisando as outras oportunidades que vão surgindo", acrescentou.

Lembrou o ditado segundo o qual "Roma e Pavia não se fizeram num dia", adiantando: "Vamos com calma fazer com que esta rota de Ponta Delgada funcione cada vez melhor, de forma sustentável no futuro, que acho que é o ponto mais importante: É que estes passageiros todos, estes turistas todos que estão a começar a vir continuem, ano após ano, a escolher o arquipélago". 

Não existia, até ao fecho da edição, uma posição do Governo da República sobre esta matéria.
Entretanto, a candidatura do PS/Açores às eleições legislativas exigiu que o executivo de Passos Coelho esclareça porque recusou a proposta da Ryanair.

Lara Martinho, candidata do PS, lamentou que os terceirenses tenham ficado a saber, pela voz do presidente da companhia aérea que "terá havido a hipótese daquela empresa passar a voar para a Terceira e que foi recusada por este Governo da República".


Fonte: Diário Insular

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Ações de informação sobre conhecimento da nota euro


O Banco de Portugal realizará duas ações de informação sobre conhecimento da nota euro 
na Ilha Graciosa, no dia 7 de outubro.

Saiba tudo no nosso site www.ccah.eu e inscreva-se até à data limite de 23 de setembro!


terça-feira, 1 de setembro de 2015

LREC - Curso Gestão e Fiscalização de Obras


A LREC realizará o curso de Gestão e Fiscalização de Obras 
em Angra do Heroísmo nos dias 8 e 9 de setembro.

Saiba tudo no nosso site www.ccah.eu e inscreva-se já!



Pai passa a ter 15 dias de licença obrigatória quando nasce um filho

A licença obrigatória gozada pelo pai aquando do nascimento de um filho passa a ser de 15 dias úteis, em vez de 10, a usufruir nos primeiros 30 dias de vida da criança, correspondendo a um subsídio parental.


Uma lei hoje publicada em Diário da República altera algumas regras do Código de Trabalho, e de decretos lei anteriores, para reforçar os direitos de maternidade e paternidade, medidas que vão entrar em vigor com o próximo Orçamento do Estado, conforme é referido no documento.

"É obrigatório o gozo pelo pai de uma licença parental de 15 dias úteis, seguidos ou interpolados, nos 30 dias seguintes ao nascimento do filho, cinco dos quais" de modo consecutivo logo após o parto.

No decreto lei que estabelece o regime jurídico de proteção social na parentalidade é aumentado o número de dias de subsídio inicial exclusivo do pai para 15 dias úteis, contra os anteriores 10 dias.

A mãe e o pai trabalhadores têm direito, por nascimento de filho, a uma licença parental inicial de 120 ou 150 dias consecutivos, cujo gozo podem partilhar após o parto, e em simultaneo.

Mas, a lei acrescenta que, se os pais trabalharem na mesma microempresa, o usufruto da licença parental inicial ao mesmo tempo "depende de acordo com o empregador".

Os trabalhadores com filhos menores de 12 anos, ou em qualquer idade se forem portadores de deficiência ou de doença crónica, podem optar por trabalho a tempo parcial ou pelo regime flexível sem serem penalizados, tanto na avaliação como na progressão da carreira, é também estipulado.

Além das situações já previstas na lei, é agora acrescentada a possibilidade de o trabalhador com filho até três anos exercer a sua atividade em teletrabalho, embora dependa de ser compatível com as suas tarefas e da entidade patronal ter meios para aplicar este regime laboral.

A lei refere também que passa a ser contraordenação grave, em vez de leve, a violação da obrigação do empregador de comunicar, no prazo de cinco dias úteis, à entidade com competência na área da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres o motivo da não renovação de contrato de trabalho a termo a uma trabalhadora grávida, puérpera ou lactante.

O trabalhador com filhos menor de três anos pode não ser abrangido pelo regime de adaptabilidade ou pela aplicação do regime de banco de horas, se não manifestar, por escrito, a sua concordância.


Fonte: Açoriano Oriental